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Saturday, September 26, 2009



Afinal de contas, como boa "Hello Kitty" em forma de gente, eu não poderia deixar de ser, neh? =)

Wednesday, September 23, 2009

Não descobri quem foi o autor (ou a autora) dessa frase, numa busca rápida pelo Google... Mas que é simples, real e "aterrorizadamente" verdadeira, isso é.
Engraçado como a gente esquece disso nos momentos que mais interessam...
Sábado passado foi casamento de uma série de amigas, sem exageros. Infelizmente, só pude comparecer a um deles. Mas foi o máximo e eu realmente precisava participar de um.
No final das contas, casamentos, assim como outras milhares de coisas, ganham um sentido diferente com o passar do tempo.
Pra uma pessoa que estava convencida a ser amarga e não acreditar mais em amor, homens etc etc, foi uma ótima! Pois percebi que posso também querer algo bom pra mim nesse sentido... E continuar acreditando e sonhando.

Que haja um amor "Planetarium" para todos!

Sunday, September 20, 2009

Descobri que gosto de gente de verdade.
Não de pessoas que se fingem ser pessoas que não são... Pessoas que saem, conversam, se encontram... E não aquelas que se esconder por trás de máscaras.
Gosto de pessoas que se emocionam.
De pessoas que dão risada... Que são espontâneas. Pessoas tranquilas, que falam com o coração.
Pessoas positivas...

Afinal, num mundo antagonicamente limitado a inovações tecnológicas, chats, Orkut, msn, o que vale, no final das contas, é o contato olho a olho, poder tocar, abraçar, dar risada... =)

Coisas simples, mas reais. Tal como a chuva que cai no final do dia, o ar que respiramos sem nem pensar e os aromas doces que eventualmente nos invade o dia-a-dia...





Uma semana linda para todos!

Saturday, September 12, 2009

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Não sei mais o que fazer das minhas noites durante a semana. Em relação aos finais de semana já desisti faz tempo: noites povoadas por pessoas com metade da minha idade e do meu bom senso. Nada contra adolescentes, muitos deles até são mais interessantes e vividos do que eu, mas to falando dos “fabricação em série”. Tô fora de dançar os hits das rádios e ter meu braço ou cabelo puxado por um garoto que fala tipo assim, gata, iradíssimo, tia.
Tinha me decidido a banir a palavra “balada” da minha vida e só sair de casa para jantar, ir ao cinema ou talvez um ou outro barzinho cult desses que tem aberto aos montes em bequinhos charmosos. Mas a verdade é que por mais que eu ame minhas amigas, a boa música e um bom filme, meus hormônios começaram a sentir falta de uma boa barba pra se esfregar.
Já tentei paquerar em cafés e livrarias, não deu muito certo, as pessoas olham sempre pra mim com aquela cara de “tô no meu mundo, fique no seu”. Tentei aquelas festinhas que amigos fazem e que sempre te animam a pensar “se são meus amigos, logo, devem ter amigos interessantes”.
Infelizmente essas festinhas são cheias de casais e um ou outro esquisito desesperado pra achar alguém só porque os amigos estão todos acompanhados. To fora de gente desesperada, ainda que eu seja quase uma.
Baladas playbas com garotas prontas para um casamento e rapazes que exibem a chave do Audi to mais do que fora, baladas playbas com garotas praianas hippye-chique que falam com voz entre o fresco e o nasalado (elas misturam o desejo de serem meigas com o desejo de serem manos com o desejo de serem patos) e rapazes garoto propaganda Adidas com cabelinho playmobil também to fora.
O que sobra então? Barzinhos de MPB? Nem pensar. Até gosto da música, mas rapazes que fogem do trânsito para bares abarrotados, bebem discutindo a melhor bunda da firma e depois choram “tristeza não tem fim, felicidade sim” no ombro do amigo, têm grandes chances de ser aquele tipo que se acha super descolado só porque tirou a gravata e que fala tudo metade em inglês ao estilo “quero te levar pra casa, how does it sounds?”
Foi então que descobri os muquifos eletrônicos alternativos, para dançar são uma maravilha, mas ainda que eu não seja preconceituosa com esse tipo, não estou a fim de beijar bissexuais sebosos, drogados e com brinco pelo corpo todo. To procurando o pai dos meus filhos, não uma transa bizarra. Minha mais recente descoberta foram as baladinhas também alternativas de rock. Gente mais velha, mais bacana, roupas bacanas, jeito de falar bacana, estilo bacana, papo bacana… gente tão bacana que se basta e não acha ninguém bacana.
Na praia quem é interessante além de se isolar acorda cedo, aí fica aquela sensação (verdadeira) de que só os idiotas vão à praia e às baladinhas praianas. Orkut, MSN, chats… me pergunto onde foi parar a única coisa que realmente importa e é de verdade nessa vida: a tal da química. Mas então onde Meu Deus? Onde vou encontrar gente interessante? O tempo está passando, meus ex já estão quase todos casados, minhas amigas já estão quase todas pensando no nome do bebê,… e eu? Até quando vou continuar achando todo mundo idiota demais pra mim e me sentindo a mais idiota de todos?
Foi então que eu descobri. Ele está exatamente no mesmo lugar que eu agora, pensando as mesmas coisas, com preguiça de ir nos mesmos lugares furados e ver gente boba, com a mesma dúvida entre arriscar mais uma vez e voltar pra casa vazio ou continuar embaixo do edredon lendo mais algumas páginas do seu mundo perfeito.
A verdade é que as pessoas de verdade estão em casa. Não é triste pensar que quanto mais interessante uma pessoa é, menor a chance de você vê-la andando por aí?

Friday, September 11, 2009

.*. My way .*.

As pessoas geralmente se perguntam (ou costumam ser perguntadas sobre, ou inconcientemente se perguntam ou fazem a pergunta *nó!* rs) "o que me/te faz feliz?" ou "o que me/te traz paz ao coração?".
À princípio parece ser algo tão óbvio... E ao mesmo tempo não é.
Afinal de contas... Somos escravos de horários, obrigações... E nem nos damos conta que esse "óbvio", é o que nos torna feliz. Exemplo de momentos que me dou conta disso:
a) Como na vez que coincidentemente encontrei uma paciente de um dos ambulatórios da fono, lá no metrô. Estava chovendo e eu pensando "ai, caramba... tinha que chover?" e ela, no colo da mãe, cantarolando. Do jeito dela... E feliz... =) Parei de pensar em reclamar...
Na plataforma, a encontrei novamente... E a alegria dela ao ver os vagões chegando foi tão incrível! Na hora a invejei por conseguir ver algo tão bom em algo tão "normal"... Me fez lembrar que não devo esquecer dessa pureza de criança em ver alegria onde aparentemente está o "óbvio". Na correria, a gente nem se dá conta dessas coisas.

b) Outra historinha aconteceu quando, ontem, pós trabalho e cansada, me recusei a ir ao metrô, já que estava chuviscando. Fui até o ponto de ônibus e lá fiquei, tentando me proteger da chuva (hahaha... É a preguiça de abrir o guarda-chuva por "tão pouco" rs...). Já estava há 10 min esperando, quando surge um gurizinho maaaaaaaaaaais fofo do mundo! rs... No colo da mãe, esse menino de uns 6 ou 7 meses ali, comendo sua bolacha maisena, me encara com cara de desconfiado... Mas logo sorri! =) Juro que não fiz nenhuma palhaçada (Ok ok... Só até que provem o contrário... rs), mas aquele sorriso me fez esquecer do cansaço. Mais uma prova de que algo simples pode trazer paz ao coração...
c) Essa eu aprendi no Jp... Quando se come algo delicioso e eles falam "shiawase~" (quer dizer, eles também falam "Oishii" que nem a gente! rs)... É... Acho que aqui no Br a gente não usa muito esse tipo de expressão. Tipo "Feliz!", por comer algo bom. A gente fala "Hmmmm!!", "Que delícia", "Que gostoso", mas "Que feliz", não. E é bem essa a sensação mesmo, na verdade. Ontem fui comer lamen no Kazu com minha hermana... E foi bem essa a sensação mesmo... De felicidade. Lembrei com carinho do Jp e de coisas que, ao comer lamen, eu me lembro com carinho: meu cotidiano em Tokyo, meus parentes em Kitakata (de longe o melhor lamen do Jp, hein?? Quem for tem que comer o famosérrimo shoyu lamen de Kitakata!)...

Como diz o Yong, posso ter feito estágio intensivo nas colinas verdejantes dos Teletubbies... hahaha... Mas sou feliz! Acho que, se mais pessoas percebessem essas sutilezas no seu dia-a-dia, seriam menos estressadas e viveriam a vida mais leve... =)

Depois dessa, realmente, acho que meu coração está descongelando afinal... =)

Pra ouvir, "My Way", Def Tech:



Um final de semana feliz pra todos! =)

Monday, September 7, 2009




A transformação do milho duro em pipoca macia é símbolo da grande transformação por que devem passar os homens para que eles venham a ser o que devem ser.


O milho de pipoca não é o que deve ser. Ele deve ser aquilo que acontece depois do estouro.


O milho de pipoca somos nós: duros, quebra-dentes, impróprios para comer.


Mas a transformação só acontece pelo poder do fogo. Milho de pipoca que não passa pelo fogo continua a ser milho de pipoca, para sempre.


Assim acontece com gente. As grandes transformaçoes acontecem quando passamos pelo fogo. Quem não passa pelo fogo fica do mesmo jeito, a vida inteira.


São pessoas de uma mesmice e uma dureza assombrosas. Só elas não percebem. Acham que é o seu jeito de ser. Mas, de repente, vem o fogo.


O fogo é quando a vida nos lança numa situação que nunca imaginamos. Dor.


Pode ser o fogo de fora: perder um amor, perder um filho, ficar doente, perder o emprego, ficar pobre.


Pode ser o fogo de dentro: pânico, medo, ansiedade, depressão, sofrimentos cujas causas ignoramos.


Há sempre o recurso do remédio. Apagar o fogo. Sem fogo, o sofrimento diminui. E com isso a possibilidade da grande transformação. Pipoca, fechada dentro da panela, lá dentro ficando cada vez mais quente, pensa que a sua hora chegou: vai morrer.


Dentro de sua casca dura, fechada em si mesma, ela não pode imaginar destino diferente. Não pode imaginar a transformação que está sendo preparada. A pipoca não imagina aquilo de que ela é capaz.


Aí, sem aviso prévio, pelo poder do fogo, a grande transformação acontece: Bum! E ela aparece como uma outra coisa completamente diferente, com que ela mesma nunca havia sonhado.


Piruá é o milho de pipoca que se recusa a estourar. São aquelas pessoas que, por mais que o fogo esquente se recusam a mudar. Elas acham que não pode existir coisa mais maravilhosa do que o jeito delas serem. A sua presunção e o medo são a dura casca que não estoura. O destino delas é triste. Ficarão duras a vida inteira. Não vão se transformar na flor branca e macia. Não vão dar alegria a ninguém. Terminado o estouro alegre da pipoca, no fundo da panela ficam os piruás que não servem para nada. Seu destino é o lixo.

E você o que é? Uma pipoca estourada ou um piruá?

Friday, September 4, 2009

Ou na vida "nada é por acaso" mesmo?
Hj parei pra pensar que no final das contas, nada é por acaso mesmo! Mais que comprovado!
Ontem assisti a uma palestra da prof. Iêda Russo... Mais uma das muitas que já assisti e não canso de me lembrar com carinho de todas as palavras por ela ditas em pouco mais de 1h30min...
Quando penso que está tudo meio que perdido, algo acontece e me mostra que não está.
Quando penso que já cheguei ao meu limite, acontece algo e me mostra que não cheguei.
E ontem, foi um daqueles dias que me senti afortunada... Sortuda de verdade! Por ter uma família linda, por poder fazer parte de outra família maravilhosa que é a facul, por ter amigos maravilhosos e que gostam de mim, de verdade.
A música que encerrou a palestra, foi a mesma de 2 anos atrás... O tema da palestra também, foi o mesmo. Mas quanta coisa aconteceu nesses 2 anos! Parece tão pouco, mas a menina que era especializanda, cheia de sonhos, hj é a mestranda que conseguiu realizar alguns de seus sonhos e sonha mais! =) Sempre mais... E cada vez mais. Não sonhar por ambição, mas sonhar pq o mundo é tão grande e a vida é tão curta...
Como disse a prof. Iêda, sábias são as palavras da música de Barbra Streisand: "People,People who need people,Are the luckiest people in the world". Tal como ela, também me sinto uma pessoa afortunada... Pq eu também preciso de pessoas! E como preciso... =)


E pra finalizar o dia de hj vale postar mais uma observação: assistam ao "UP - Altas Aventuras". É simplesmente perfeito: divertido, dramático e nos faz refletir... =D Super recomendado... =)
Um bom comecinho de feriado pra todos... Pra todos que não têm curso... Pq eu tenho! rs
=**